Sentimentos de raiva, desespero, frustração e tristeza são normais paras as pessoas que sofreram um acidente vascular cerebral - e para as famílias. Preocupações relacionadas com o trabalho, dinheiro, relações próximas e perda de confiança podem levar à ansiedade e depressão. O cansaço que usualmente s segue a um AVC pode tornar a depressão pior.

A pessoa pode ter dificuldades no controlo das suas emoções. Mudanças de humor dramáticas e explosões súbitas - como chorar ou rir em situações desproporcionais - podem dever-se ao dano que o AVC causou no cérebro.

Ajudar a compreender e a lidar com estes sintomas e sentimentos e uma parte importante do processo de reabilitação. Se os sintomas forem severos ou durarem um período de tempo longo, o médico poderá referenciar a pessoa a um psicólogo clínico ou a um psiquiatra para  aconselhamento profissional.

Processos Mentais

É comum num AVC, existir problemas relacionados com os processos mentais, tais como, pensamento, concentração, memória, tomada de decisão, juízo, planeamento e aprendizagem.

Um psicólogo clínico pode ajudar a avaliar estas dificuldades e encontrar formas de ultrapassá-las. Por exemplo, as pessoas que sofrem de perda de memória poderão ter de pôr notas de lembrança para os ajudarem nas situações de rotina. Alguém com problemas de concentração poderá necessitar de aprender a fazer as coisas devagar para evitar distracções.



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